
FLOR DA VIDA
A Flor da Vida é a energia criadora consciente destas mesmas dimensões da árvore. Ela é o padrão geométrico da criação e da vida, em todo lugar. Ela é um código secreto usado por muitas raças avançadas e por navegantes espaciais. O código da Flor da Vida contém toda a sabedoria similar ao código genético contido em nosso DNA. Representa a fertilidade.
“Seu nome se deve ao formato final criado pela combinação dos círculos, semelhante a uma flor com diversas pétalas. Encontrada em diversos elementos da natureza, é um símbolo poderoso por remeter à matriz do Universo, e acredita-se que ela contém a fonte primordial de energia de toda a vida.
Sua forma pode ser identificada em cristais, flores e flocos de neve, unidades harmoniosas e deslumbrantes da natureza. Também é bastante replicada e utilizada em mandalas, estampas de roupas, pingentes e outros acessórios, com o intuito de promover mais conexão entre os humanos e o restante do universo.
Seu significado remete também à expansão da consciência, em que ocorre a libertação de velhos padrões de outros planos astrais, e a mente se abre para ir em busca de novas realizações e para focar no momento presente.
Há outras importantes formas contidas dentro do desenho da Flor da Vida, como é o caso da Árvore da Vida e do Cubo de Metraton”. (Geometria sagrada: Conheça a flor da vida e os seus encantos (aurha.com.br))
A FLOR DA VIDA: O MOVIMENTO SAGRADO DE DEUS
A energia é expressa através da vibração – exprimida, por sua vez, por meio de frequências, cuja expressão se dá pelos números, que podem ser organizados em formas geométricas e padrões, também conhecidos como geometria sagrada. Tudo o que existe no universo se forma através desse padrão geométrico, chamado a Flor da Vida – o movimento sagrado de Deus. Não apenas tudo o que há na forma material, como também emoções, pensamentos, músicas e absolutamente tudo advém dele. Apesar de o símbolo da Flor da Vida estar presente em muitas religiões e culturas, acredita-se que tenha surgido no antigo Egito. Ele conceitua a vida como um processo no tempo. É quando Deus desperta a sua vontade e se torna o criador de tudo o que há. Para os egípcios, os movimentos de Deus começam em um ponto conceitual: o Olho de Hórus, de onde surge a Flor da Vida, cujo fruto é o universo – a criação.
O ponto é referência para saber que existe o movimento e nele começa a sua geometria sagrada. Dali, Deus cria o primeiro espaço virtual do universo.
Faz isso projetando-se para fora, como um ponto repetindo-se em linha reta: é a forma masculina – o Deus Pai, que manifesta sua sabedoria e energia. Sua vontade ativa é transformada por Deus Mãe – a substância infinita –, que gera em seu interior uma resposta: o Deus Filho, quem então regressa com a percepção de um plano virtual reconhecido.
Os egípcios entendem a trindade como um processo simultâneo e equilátero de dados enviados, recebidos e conscientizados. Por isso, o triângulo equilátero é a base do tetraedro,o primeiro sólido puro, a forma primária e masculina de tudo o que foi criado.
O processo se multiplica no tempo e no espaço, para frente e para trás, para cima e para baixo, à direita e à esquerda. Ao girar esse volume a partir de um ponto de partida, de forma simultânea, constrói-se a esfera, o princípio feminino. Um espaço passivo, sem tensões, com todos os pontos ligados ao centro, ao Olho de Hórus.
A esfera é a placenta que contém tudo: a substância de todas as formas e volumes. É uma expressão de unidade, de totalidade e de integridade.
Nenhum dos pontos da superfície é mais importante que o outro, e chega-se a todos da mesma forma: desde o seu centro de força e energia originária.
Átomos, células, sementes, planetas e sóis: todos fazem eco a essa forma de unidade e potencialidade.
A primeira esfera virtual contém os cinco modelos de poliedros regulares, com todos os seus lados e ângulos iguais, chamados de sólidos platônicos, em homenagem a Platão, que aprendeu sobre a Flor da Vida com os mestres egípcios. Eles são a base, os tijolos sobre os quais o universo foi construído. Simbolizam os cinco elementos da natureza: o fogo, a terra, o ar, o éter (ou espírito) e a água.
Assim, Deus compreendeu, criou e percebeu, desde o seu centro de força e energia, o primeiro espaço finito, que simboliza a terra dentro do espaço infinito, símbolo do céu.
Quando se repetem os movimentos do ponto central, criam-se outras esferas. Na interseção entre elas, gera-se o que é chamado de Vesica Piscis, símbolo do verbo divino, ou o primeiro som do universo. Os egípcios acreditavam que do seu interior surgiram os números, os sete sons fundamentais, as letras e toda a sabedoria da criação. Tem a mesma forma do olho e da boca dos humanos e, em seu interior, cabem exatamente dois triângulos equiláteros que, ao estarem contidos no retângulo, são a base da proporção áurea, a razão divina.
Essa proporção era utilizada em templos, como o de Osirion, para relacionar as três dimensões entre si e com a natureza. Daí derivam todas as relações matemáticas fundamentais e os números importantes, como o phi. Simboliza também a visão compartilhada, o entendimento mútuo entre indivíduos iguais.
O Vesica Piscis é o espaço compartilhado, a interseção entre a esfera inicial e a nova, gerada da sua borda. A partir dela repetem-se sucessivamente os movimentos em direção à borda exterior, para gerar uma nova esfera.
Cada uma delas é uma nova dimensão, um novo som na escala musical, uma nova cor na escala cromática. Assim, chega-se à última esfera e completa-se o primeiro ciclo, formando-se a semente da vida.
Sete esferas, sete dias da criação, sete notas musicais, sete cores espectrais, sete chacras, sete músculos do coração, sete sistemas de glândula endócrinas.
Esse padrão geométrico repete-se infinitamente em espiral, pois é a base de tudo o que há e serve como princípio de que tudo é uma coisa só
A Flor da Vida revela estar tudo conectado, inseparável e único, e nos permite compreender as bases sagradas de toda a criação.(Fonte https://www.metropoles.com/bela-jornada/conheca-a-flor-da-vida-o-movimento-sagrado-de-deus)